O Egito ptolomaico é um período da história do Egito que decorre entre 305 a.C., (ano em que um antigo general de Alexandre Magno, Ptolomeu I Sóter, se tornou rei do Egito), e 30 a.C quando a rainha Cleópatra VII foi derrotada e o Egito passou a ser integrado no Império Romano como província.

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Famosa Cleo também no Tumblr


Mais Cleo by Mara Sop XP



Como se já não bastasse o meu blog ptolomaico, minhas comunidades no orkut e mais uma porção de outras coisas cleopatricas que eu invento, agora inventei mais um blog, mas não aqui no blogspot, mas no tumblr!

Há uns meses atrás eu descobri o Tumblr, uma rede social de blogs viciante, e acabei criando não apenas um, mas 3 blogs dentro dele (sim, continuo exageradamente exagerada com meus blogs, rsrs), e um deles, é claro, só poderia ser uma homenagem à Cleopatra, minha rainha favorita de todos os tempos!

Lá eu posto de tudo um pouco sobre ela, mas principalmente, fotos de todos os filmes feitos sobre a famosa Cleo. Então, pra quem gosta de figurino de época, esse tumblr é um prato cheio! Mas já deixo avisado de antemão que por lá eu procuro postar tudo em inglês, já que a maioria dos meus seguidores não são brasileiros!



Se você tiver conta no tumblr e curtir o assunto, é só me seguir por lá também, mas se não tiver e quiser apenas dar uma espiadinha, também é super valida a visita, né?

Passa por lá: Fuck Yeah Cleopatra

;)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Gamelion e os Festivais de Fertilidade


Gamelion: O mês dos casamentos!


Salvem, amigos e amantes! Estamos em GAMELION, o mês atribuido ao casamento de Zeus e Hera, e por isso, o mais auspicioso para a união de jovens amantes que pretendiam ter prosperidade e sucesso juntos, além de um monte de filhos, claro!




Gamelion é o periodo que vai da segunda metade de janeiro até o final da primeira metade de fevereiro, e durante esse periodo, era muito comum a realização de casamentos e festivais de fertilidade. Mas você deve estar se perguntando, porque falar de Gamelion e festivais de amor e fertilidade justo agora? Ora, estamos proximo do dia dos namorados do hemisferio norte, o Valentine's Day, assim como do Carnaval, a festa da carne! E adivinhe só aonde tudo isso se originou?

Bem, festivais de fertilidade eram muito comuns na antiguidade. No Egito temos os festivais de Hathor e Bast. Na Grecia temos a Dionisia, que são os festivais em honra à Dionisio que dariam origem aos famosos Bacanais romanos. Em Roma temos a Saturnalia e a Lupercalia... E vou falar um pouquinho deles nos proximos dias.


Começando com o Valentine's Day, atualmente uma festa cristã, já que é dia de "São Valentino", teve origem nas festas pagãs, principalmente na Lupercalia, que acontecia entre os dias 13 e 15 de fevereiro, bem, pra quem não sabe, o Valentine's Day acontece no dia 14 de fevereiro!

Bem, o Valentine's Day você deve encontrar milhares de sites e blogs na internet falando de suas origens, sobre quem foi São Valentino e patati-patatá, portanto, vamos às origens pagãs:



Lupercalia




A Lupercalia ou Juno Februata (ou febre de Juno) era um festival de fertilidade romano (possivelmente de origem sabina, e não grega, embora haja varias teorias que indicam uma origem grega também, como a da Anthesteria, um festival em honra a Dionisio que marcava o inicio da primavera). Enfim, durante a Lupercalia, um sacerdote de Lupercus (deus dos instintos primitivos e sensuais), ou o Flamen Dialis, passava pelas ruas de Roma guiando uma biga, munido de februas (chicotes sagrados) para chicotear as mulheres que queriam/precisavam ser ferteis. Eram as libações sagradas que ajudariam às mulheres a engravidar e ter um casamento próspero.





Uma curiosidade é que o mês de fevereiro ganhou esse nome justamente por causa desta festa, já que a palavra februa daria origem à palavra februare, que viraria february, ou o nosso fevereiro.

*Curiosidade mais ou menos Ptolomaica: Marco Antonio fez o papel de Sacerdote de Lupercus em uma tentativa teatral de transformar Cesar no Rei de Roma de fato, já que ele já era didator vitalicio. Bem, esse foi o famoso momento aonde Cesar rejeitou a coroa em prol da Republica! Agora, você deve estar pensando o que um fato da historia romana teria a ver com os ptolomeus, não é? Ora, Cleopatra estava em Roma nessa época, era amante de Cesar e mais um dos muitos motivos que faziam com que a intenção de comandar Roma de Cesar não passasse de algo totalmente republicano sem pretenções à monarquia. Tudo conectado!




Os festivais de Dionisio, ou Dionysia, acabaram originando outros festivais bastante conhecidos atualmente, como os bacanais, já que o nome romano de Dionisio não seria outro senão Baco, o deus do vinho e da alegria! Mas deixemos eles pra outro post, afinal, ainda temos o carnaval pra ser falado!

*Curiosidade Ptolomaica: A Dionysia foi muito festejada no Egito Ptolomaico, já que os Ptolomeus, assim como as casas reais macedônicas eram seguidores de Dionisio.


by mara sop

sábado, 30 de janeiro de 2010

Casamento Macedônico


Curiosidades sobre algumas tradições do mundo helenico:
O Casamento Macedônico

A dinastia ptolomaica era de origem greco-macedonica, portanto, é de se esperar que a grande maioria dos casamentos realizados dentro desta familia, seguisse a tradição macedônica. Abaixo, seguem alguns costumes e tradições que retirei do livro "A Casa da Aguia", o primeiro volume da Tetralogia dos Ptolomeus, de Duncan Sprott, que apesar de ser um romance, traz uma apurada pesquisa historica e narra muitos dos usos e costumes gregos e egípcios do periodo ptolomaico. Mas vamos a eles:

Os casamentos eram celebrados durante a lua cheia do mês de Gamelion, o mês sagrado de Hera, rainha dos deuses e padroeira dos casamentos.

A residência do noivo era decorada com louro e oliva e iluminada com tochas flamejantes.

Na véspera do casamento, as mulheres da familia da noiva, buscavam água na fonte da cidade para um banho ritual pré nupcial.

No dia do casamento, o noivo deveria estar trajando um khiton (túnica) branco novo, usando uma guirlanda e uma coroa de flores vermelhas, com o corpo untado dos pés à cabeça em mirra.

A noiva deveria usar um peplos novo, podendo ser branco ou não, preso com um "nó de Herakles" (que deveria ser desatado pelo noivo na noite de núpcias) e usar um véu adornado com uma grinalda de flores igualmente vermelhas, como as do noivo. O véu vermelho era sinal de bom presságio, apesar do véu branco ou azul serem bem populares também. A noiva deveria estar usando os melhores óleos e perfumes (os da Síria eram considerados os melhores na época dos Ptolomeus).

jóias do periodo: coroa estilo tiara com nó de herakles em ouro com pedras preciosas; diadema com nó de herakles toda em ouro; diadema de hera; cinto com nó de herakles; anel dourado de casamento.

Uma tradição era que o noivo usasse uma adaga de cabo preto atada ao cinto e a noiva usasse uma tesoura dentro de seu sapato esquerdo para cortar más influências que poderiam atormentar o futuro do casal.

As familias deveriam usar seus trajes mais finos e coroas de folhas de carvalho de ouro.

Durante o banquete cerimonial, tanto o noivo quanto a noiva, deveriam estar rodeados de muito amigos, que passariam a noite do banquete regados a vinho e com muitas azeitonas como tira-gosto. Ao casal, era servido bolo de sementes de gergelim, o prato nupcial símbolo de fertilidade e, aos convidados, pão.

O noivo deveria cantar as canções "do Corvo" e "da Andorinha", além de dançar muito, sendo acompanhado da noiva e dos convidados, ao som de liras, flautas, gaitas, tambores e muitas palmas que ditavam um ritmo que começava lento e ía aumentando até chegar ao frenesi. Quanto mais a noiva rodopiasse com graça ao som da musica, mais feliz seria o casamento.

Ao escurecer, o pai da noiva deveria passar a filha para as mãos do noivo. Então, o noivo poderia, finalmente, erguer o véu de sua esposa (a noiva, permaneceria coberta com o véu o tempo todo, até que chegasse o momento de o noivo ergue-lo após a troca de anéis de ouro). Essa cerimônia era chamada de ANAKLYPTERIA.

Após a cerimônia do véu, aconteceria a procissão de parentes, aonde todos, cantando à luz de tochas, acompanhariam a carruagem do casal pelas ruas da cidade, aonde a noiva carregaria a peneira e a grelha de bronze, símbolos das obrigações da dona de casa (mesmo que fosse uma mulher nobre e jamais precisasse desempenhar essas funções). Fazia parte da tradição que o pai do noivo aparecesse nessa procissão, usando uma láurea e, a mãe do noivo, segurando uma tocha flamejante para saudar a carruagem dos noivos e dar as boas vindas ao casal na residência do noivo.

A família e os amigos do noivo jogavam nozes e figos quando o casal cruzasse as portas da residência. E já na residência do casal, seria servido novamente aos noivos, uma refeição nupcial composta de bolo de gergelim, uma tâmara e um marmelo recheado com mel, símbolos de fertilidade.

Enquanto o casal estivesse no quarto, consumando o casamento, a festa continuava com os convidados cantando hinos nupciais, bem alto, para afugentar as más influencias (e abafar os gritos e gemidos da noiva, que sendo uma 'parthenos' - virgem - proavelmente se assustaria com o ato de consumação).

P.S. Nenhuma comida da cor vermelha poderia ser servida, pois vermelho era a cor da morte e as comidas dessa cor eram maus presságios num casamento, sendo usadas apenas em banquetes fúnebres.

by mara sop

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Analisando a Cleopatra de Shaw

Caesar & Cleopatra - part 2

Há pouco tempo atrás, foi postado nesse mesmo blog, uma coletanea de videos com a versão de 1976 de Cesar e Cleopatra inspirada na peça homonima de George Bernard Shaw.

Bem, Cleopatra VII foi a primeira celebridade da historia, e esse titulo lhe conferiu inumeras lendas que estão ligadas tão intrinsicamente ao seu nome, que a grande maioria das pessoas não sabe aonde termina a Cleopatra historica e começa a sedutora e inescrupulosa rainha da lenda.
Além das "lendas" criadas ao seu redor, ela também serviu de fonte para ilustres nomes da literatura mundial, e isso não quer dizer que a Cleopatra historica tenha prevalecido nessas obras literarias. Um desses grandes nomes supracitados, é justamente Bernard Shaw, escritor do final do periodo vitoriano que a retrata como a jovem e amedrontada princesa diante da tomada romana do Egito, na verdade, praticamente um retrato do estereotipo da mulher de sua época.
Para conhecer sua versão de Cesar e Cleopatra, basta ver os videos postados aqui, ou então, ver sua versão cinematografica com a explendida Vivien Leigh.


Comentarios 'não tão ptolomaicos' sobre Cesar & Cleopatra




Já na primeira cena, Cleopatra está escondida na Esfinge (sim, na Esfinge!) e dá de encontro com Julio Cesar, mas sem saber quem é aquele senhor tão distinto, lhe fala para procurar abrigo, pois os romanos estão chegando e Julio Cesar, seu comandante, é uma especie de monstro que come criancinhas...
Julio Cesar logo se encanta com a inocencia de Cleopatra e dá corda a seus medos, mas sempre jurando protegê-la deste temivel romano.
Já no palácio de Alexandria (que deveria ser ao lado da Esfinge, rs), Cesar lhe diz que ela deve se apresentar ao temivel romano como uma verdadeira rainha, e faz com que suas camareiras lhe vistam com todos os paramentos reais, enquanto a mimada Cleopatra as chicoteia por não fazerem tudo que ele manda imediatamente.
A "brincadeira" só termina quando os oficiais de Cesar entram no palacio de Alexandria e o saúdam como o grande Julio Cesar, e Cleopatra, aliviada e excitada, se joga nos braços de seu protetor.
A cena em que Cesar a introduz à toda corte alexandrina, mostra uma Cleopatra quase infantil diante de um irmão caçula que deveria, no minimo, ter uma reação muito mais "tola" do que a dela, mas ela continua sendo a menina mimada que só se importa em sentar-se no trono do Egito diante de seus inimigos, ao mesmo tempo em que não se importa nem um pouco em sentar-se aos pés de Cesar logo em seguida como uma criada qualquer. Mas o ápice das "peraltices" de Cleopatra está em se fazer embrulhar em um tapete (sim, a famosa historia do tapete se torna uma das situações mais bobas da peça de Shaw) e ser levada para a Ilha de Pharos, aonde Cesar estava no meio de uma batalha, apenas para ver o que ele estava fazendo e o que iria acontecer. Ou seja, além de tola e infantil, ainda é um peso morto!




Mas lembremos sempre que se trata de um classico da literatura, do teatro e do cinema, e portanto, deve ser conhecida por quem admira a historia de Cleopatra VII. A historia em si é engraçadinha, e Vivien está radiante no filme que serve apenas como entretenimento despretencioso, mas nunca como uma versão historica da rainha. Mas recomendo aos fãs de Cleopatra como arquivo de obras feitas sobre ela, assim como recomendo sua estória narrada por Shakespeare.



Curiosidades sobre Caesar and Cleopatra:


O escritor da peça, George Bernard Shaw colaborou diretamente com Caesar and Cleopatra, em sua versão de 1945, essa mesma estrelada por Vivien Leigh.
Após ver parte do filme nos estudios londrinos, Shaw remarcou, "Quantas possibilidades! São possibilidades ilimitadas! Aqui vocês tem o mundo todo para filmar!"

Existem também duas grandes produções desta mesma peça para a tv. A primeira feita em 1956, uma produção da NBC estrelada por Claire Bloom, Cedric Hardwicke, Farley Granger, Jack Hawkins e Judith Anderson.


Cena de Caesar and Cleopatra de 1976 com Claude Reims e Genevieve Bujold


A segunda versão é a de 1976, também da NBC, e estrelada por Geneviève Bujold, Alec Guinness, Clive Francis, Margaret Courtenay, e Iain Cuthbertson. Esta é a versão dos videos postados há pouco tempo aqui no blog.


Christopher Plummer no papel de Caesar em 2009
No festival de Stratford de 2009 foi feita uma produção estrelada por Christopher Plummer (o eterno Capital Von Trapp de "A Noviça Rebelde", no papel de Caesar, e Nikki M. James como Cleopatra, que foi distribuido para um numero bastante limitados de cinemas, mas acabou sendo lançado em DVD ainda durante o festival.

Vivien como Cleopatra em 1951

Vivien Leigh interpretaria Cleopatra novamente nos teatros em 1951, tanto na versão de Bernard Shaw "Caesar and Cleopatra", quanto na shakespeareana "Antony and Cleopatra", ambas ao lado de Laurence Olivier.



Acima, Vivien Leigh e Laurence Olivier em "Caesar and Cleopatra" e em "Antony and Cleopatra"

Em breve, Antonio e Cleopatra de Shakespeare! Por enquanto, fiquem com o trailer da versão cinematografica de Caesar & Cleopatra de Bernard Shaw de 1945, com Vivien Leigh e Claude Reims.



Cleopatra VII, a filha de Isis

domingo, 24 de janeiro de 2010

A Dinastia Ptolomaica

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Ptolomeus ou Lágidas

A Dinastia ptolomaica foi uma dinastia de origem macedônica que governou o Egito entre 305 a.C. e 30 a.C. Recebe a designação de ptolomaica devido ao fato dos seus soberanos terem assumido o nome Ptolomeu (do grego Ptolemaios). É também conhecida como dinastia lágida em função do nome do "pai" do fundador da dinastia, Ptolomeu I, ser Lagos da Macedônia.

Bem, Ptolomeu I, fundador da dinastia, foi um dos generais de Alexandre Magno (o grande), e muito provavelmente, seu meio irmão, filho de uma das concubinas de Felipe II da Macedonia, apesar de ser chamado de "o filho de Lagos", mas isso já é historia pra outro post!



cartucho de Ptolomeu I Soter, fundador da dinastia

A dinastia insere-se no Período Helenístico, época que decorre entre a morte de Alexandre Magno e a ascensão do Império Romano, durante a qual se assistiu à difusão da civilização grega pela bacia do Mediterrâneo, criando novas formas artísticas, religiosas e políticas. Embora tivesse uma origem estrangeira, a dinastia ptolomaica respeitou a cultura egípcia, revivendo alguns dos seus aspectos do passado e adotando as suas divindades.


mapa do Império Ptolomaico em 200 a.C

Os faraós desta dinastia foram responsáveis por várias construções, entre as quais se destacam a cidade de Alexandria (com o seu farol e sua biblioteca), o templo de Hórus em Edfu e o de Isis em Philae.
 
Abaixo, a arvore genealogica simplificada dos Ptolomeus
 
 


Cleopatra VII, a filha de Isis

O Egito Helenico

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Egito Helenico sim! A missão

O Egito ptolomaico é um período da história do Egito que decorre entre 305 a.C., (ano em que um antigo general de Alexandre Magno), Ptolomeu I Sóter, se tornou rei do Egito, e 30 a.C quando a rainha Cleópatra VII  foi derrotada e o Egito passou a ser integrado no Império Romano como província.


Ptolomeu I Soter e Cleopatra VII

Em 332 a.C. Alexandre Magno conquistou o Egito, onde foi acolhido pela população local como um libertador do país face ao domínio do Império Persa Aquemênida. Alexandre foi levado ao trono como faraó pelos sacerdotes egípcios e permaneceu durante seis meses no Egito para estabelecer o modelo administrativo do país. A cerimônia de coroação de Alexandre teve provavelmente lugar em Mênfis em 332 a.C.; segundo os relatos, Alexandre visitou no ano seguinte o oráculo de Amon no oásis de Siwa, onde o deus o teria reconhecido como seu filho, ao qual concedeu o domínio de todo o mundo.

No dia 7 de Abril de 333 a.C. Alexandre fundou na região ocidental do Delta do Nilo, a cidade de Alexandria, segundo um modelo de cidade grega. Alexandria seria a nova capital política do país, bem como o grande centro cultural e econômico do Mediterrâneo Oriental durante os próximos séculos.


Alexandre o Grande

Alexandre abandonou o Egito em Abril de 331 a.C. para prosseguir as suas conquistas territoriais que o levariam às portas da Índia, destruindo o Império Aquemênida. No seu regresso da Índia Alexandre adoeceu, vindo a falecer na Babilônia em 323 a.C., com apenas trinta e três anos de idade. Alexandre foi sucedido pelo seu filho, mas em pouco tempo o seu império foi dividido entre os seus generais. Em 305 a.C. um desses generais, Ptolemeu, que tinha sido sátrapa do Egito, tomou o título de basileus (rei) e inaugurou a dinastia ptolomaica.

Cleopatra VII, a filha de Isis

Caesar & Cleopatra by Bernard Shaw

Versão Rara de Caesar & Cleopatra



Ah poucos dias atrás abri uma conta no youtube apenas para postar videos historicos, documentarios e filmes baseados no Egito, e principalmente na Dinastia Ptolomaica.

Minha primeira "aventura" no mundo do youtube foram 7 videos de uma produção da tv feita em 1976 da peça de Bernard Shaw "Caesar & Cleopatra", com a talentosissima Geneviève Bujold (a Ana Bolena de "Ana dos Mil Dias"). Bem, essa versão é uma raridade, tenho procurado para baixar em torrent em melhor qualidade e não tenho conseguido, ja que a versão mais famosa é o filme de 1946 com Vivien Leigh (a Scarlett O'Hara de "... e o vento levou") no papel de Cleopatra.

Bem, espero que gostem dos videos!

Cleopatra VII, a filha de Isis

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Caesar & Cleopatra















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Em breve um comentario sobre a versão cinematografica de Caesar & Cleopatra com Vivien Leigh e Claude Reims nos papeis principais. Aguarde!

Cleopatra VII, a filha de Isis

O Egito Ptolomaico e o Mundo Helenico


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Egito Helenico sim!
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A grande maioria das pessoas que "amam o Egito Antigo" acreditam que todos os faraós egípcios eram nativos, que nunca houve influencia estrangeira, e pasmem, muita gente ainda acha que os deuses egípcios são cultuados tal qual na antiguidade.

Bem, na maior parte de sua historia, o Egito foi sim um estado soberano liderado por faraós nativos, mas nem por isso a influencia estrangeira era inexistente. Há relatos de ligações diplomaticas com diversos reinos vizinhos durante boa parte de sua historia, e muitas princesas estrangeiras foram incorporadas aos haréns dos faraós.

O Egito sofreu vários revezes em sua historia, passando por 3 periodos intermediarios, além de um periodo chamado "Baixa Época", no qual o poder faraônico passa definitivamente para as mãos estrangeiras até ser totalmente engolido por Roma.



Os ultimos governates do Egito foram os Lágidas, ou mais vulgarmente conhecidos como Ptolomeus, uma dinastia greco-macedônica, herdeiros de Alexandre o Grande.
Alexandre deu inicio à helenização de todos os lugares pelo qual passou, desde a Macedonia, seu lar de origem até a India, mas foi no Egito que ele deixou um dos maiores legados dessa época: a cidade de Alexandria!

O objetivo desse blog é trazer o conteudo estudado na comunidade Egito Ptolomaico do Orkut, da qual sou dona, aliando-os aos conteúdos de outras comunidades minhas como Os Seleucidas, Alexandria - Metrópole Cultural, As Cleopatras e Cleopatra - A filha de Isis.

Bem, aos poucos pretendo trazer muito conteúdo e novidades sobre o Periodo Ptolomaico e o Mundo Helenico do qual ele fez parte!



Cleopatra VII, a filha de Isis